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sexta-feira, 15 de março de 2013

Melanoma.


            Melanoma é o tipo de câncer de pele mais letal que existe, surge a partir dos melanócitos - células produtoras de melanina (substância responsável pela cor da pele). Dos tumores epidérmicos, o melanoma representa somente 4%, mas recebe especial atenção por ser o mais grave devido à alta possibilidade de metástase (que é o "espalhamento" de células tumorais para outros órgãos).

            Fatores de risco que levam ao desenvolvimento deste câncer são: a exposição solar excessiva, história prévia de câncer de pele (pois assim há maior chance de se desenvolver outra lesão), histórico familiar de melanoma, nevos (pintas que podem ser lesões neoplásicas), xeroderma pigmentoso e ter pele clara.

            O paciente portador de melanoma geralmente não apresenta sintomas, o que pode acontecer é o surgimento de algumas lesões pigmentadas com bordas irregulares e que causam coceira. Por isso, é sempre importante que seja feita a avaliação de um dermatologista caso surja alguma lesão assimétrica, com borda irregular, de coloração variada e com diâmetro maior que 6 milímetros.

            Na fase inicial, o melanoma se localiza na camada mais superficial da pele, permitindo maior facilidade no diagnóstico e tratamento. Conforme progride, o tamanho da lesão vai aumentando, ocorre mudança de coloração, há formação de feridas, pequenas crostas, sangramento e coceira. Neste estágio, sua profundidade já está maior, sendo assim, mais grave a lesão e, consequentemente, maiores os riscos de metástases.

            O tratamento varia conforme idade do paciente, estado geral de saúde, estágio em que se encontra a doença e outros fatores a serem considerados pelo médico. Pode ser feito através de cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapia biológica. É muito importante que seja feito com urgência.

Melanoma é o tipo de câncer de pele mais letal que existe, surge a partir dos melanócitos - células produtoras de melanina (substância responsável pela cor da pele). Dos tumores epidérmicos, o melanoma representa somente 4%, mas recebe especial atenção por ser o mais grave devido à alta possibilidade de metástase (que é o "espalhamento" de células tumorais para outros órgãos).

            Fatores de risco que levam ao desenvolvimento deste câncer são: a exposição solar excessiva, história prévia de câncer de pele (pois assim há maior chance de se desenvolver outra lesão), histórico familiar de melanoma, nevos (pintas que podem ser lesões neoplásicas), xeroderma pigmentoso e ter pele clara.

            O paciente portador de melanoma geralmente não apresenta sintomas, o que pode acontecer é o surgimento de algumas lesões pigmentadas com bordas irregulares e que causam coceira. Por isso, é sempre importante que seja feita a avaliação de um dermatologista caso surja alguma lesão assimétrica, com borda irregular, de coloração variada e com diâmetro maior que 6 milímetros.

            Na fase inicial, o melanoma se localiza na camada mais superficial da pele, permitindo maior facilidade no diagnóstico e tratamento. Conforme progride, o tamanho da lesão vai aumentando, ocorre mudança de coloração, há formação de feridas, pequenas crostas, sangramento e coceira. Neste estágio, sua profundidade já está maior, sendo assim, mais grave a lesão e, consequentemente, maiores os riscos de metástases.

            O tratamento varia conforme idade do paciente, estado geral de saúde, estágio em que se encontra a doença e outros fatores a serem considerados pelo médico. Pode ser feito através de cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapia biológica. É muito importante que seja feito com urgência.

          Como forma de prevenção use sempre filtro solar (não somente no rosto), evite a exposição ao sol entre as 10:00h e as 15:00h, use blusas de manga comprida e chapéu para se proteger do sol e faça sempre um auto exame de sua pele, caso encontre alguma alteração, procure um dermatologista para esclarecer suas dúvidas e realizar exames mais detalhados.

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