Zika é uma doença
viral com sintomas parecidos com os da dengue. O vírus causador foi isolado,
pela primeira vez, em 1947, num macaco Rhesus utilizado em uma pesquisa. Após
20 anos foi isolado em humanos e, acredita-se que chegou ao Brasil em 2014
através de turistas que vieram assistir à Copa do Mundo.
Assim como a dengue, a febre
chikungunya e a febre amarela, a Zika também é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e também por outros do
mesmo gênero (Aedes albopictus, africanus, apicoargenteus,
furcifer, luteocephalus, etc).
O
vírus não é tão forte quanto o da dengue ou da chikungunya e os pacientes
apresentam um quadro alérgico. Dentre outros sintomas, estão: febre por volta dos
38 graus, dor de cabeça, no corpo e nas articulações, náuseas, mal-estar. A
erupção cutânea (exantema) acompanhada de coceira intensa pode tomar o rosto, o
tronco e os membros e atingir a palma das mãos e a planta dos pés. Quem é
infectado pelo zika também pode apresentar diarréia e sinais de conjuntivite.
O
período de incubação é de 3 a 12 dias e o sistema imune do infectado se
encarrega de eliminar o vírus e restaurar a saúde do paciente. A forma de
prevenção é como a da dengue, combate aos focos do mosquito e uso de
repelentes. Ainda não há vacina disponível contra este tipo de vírus.
Como
nas outras viroses, o tratamento é apenas sintomático, ou seja, não são
utilizados medicamentos com capacidade de matar ou eliminar o vírus. São
prescritos remédios para aliviar os sintomas, tais como analgésicos,
anti-inflamatórios não esteróides e anti-térmicos que não podem de maneira
alguma contar ácido acetilsalícico – ou aas. É muito importante que o paciente
se mantenha em repouso e muito bem hidratado. O médico deve ser procurado assim
que os sintomas começarem a aparecer, a fim que seja iniciado o tratamento
correto e que a doença não seja confundida com as demais.

Nenhum comentário:
Postar um comentário